Os Miomas de Útero

Os miomas são formações nodulares que se desenvolvem na parede muscular do útero e comumente são chamados de tumores benignos. Mioma NÃO É CÂNCER e não é perigoso! Todavia, dependendo da sua localização, tamanho e quantidade podem ocasionar problemas, incluindo dor e sangramentos intensos. O tamanho dos miomas pode variar desde muito pequenos a grandes formações que simulam uma gravidez de 5 ou 6 meses.

Dependendo da sua localização na parede do útero, os miomas agrupam-se em três tipos:

  1. Os “subserosos” localizam-se na porção mais externa do útero e geralmente crescem para fora. Este tipo de mioma geralmente não afeta o fluxo menstrual, porém, pode tornar-se desconfortável pelo seu tamanho e pressão sobre outros órgãos da pelve.
  2. Os “intramurais” crescem no interior da parede uterina e se expandem fazendo com que o útero aumente seu tamanho acima do normal. São os miomas mais comuns e geralmente provocam um intenso fluxo menstrual, dor pélvica ou sensação de peso.
  3. Os “submucosos” localizam-se mais profundamente, bem por abaixo da capa que reveste a cavidade uterina. São os miomas menos comuns, mas provocam intensos e prolongados períodos menstruais.
Mioma Uterino - Miomas - Embolution

Importância dos miomas na saúde pública

O mioma uterino é o tumor benigno que mais comumente afeta as mulheres. Estima-se que entre 40 a 80% das mulheres na idade reprodutiva são portadoras de mioma e, destas, pelo menos um terço requer tratamento devido à presença de sintomas. Entre 1980 e 1993 foram realizadas cerca de oito milhões de histerectomias (retirada cirúrgica do útero) nos Estados Unidos e, na grande maioria das vezes, para tratamento de mioma. Estima-se que anualmente 200.000 mulheres perdem o seu útero, mais de 40.000 realizam miomectomia (cirurgia conservadora) e outras 250.000 estão sob terapia hormonal em decorrência de miomatose uterina. Fora os aspectos epidemiológicos, vale salientar que o custo anual estimado para tratamento de mulheres portadoras de miomatose uterina nos Estados Unidos gira em torno de três bilhões de dólares, sem considerar os gastos relacionados à morbidade nem ao afastamento da mulher da sua atividade profissional.

Sintomas tIpicos causados pelos miomas - Embolution

Sintomas típicos causados pelos miomas

Provavelmente, menos da metade das mulheres que têm mioma no útero têm algum tipo de sintoma. Por isso, a maioria delas nem sabe que tem mioma ou, se sabe, seguramente descobriram por casualidade, no momento em que realizavam um exame ginecológico de rotina ou por qualquer outro motivo. Algumas vezes os miomas são descobertos antes de provocarem um grande aumento do tamanho da barriga. Outras vezes podem provocar um aumento discreto do ventre que leva as mulheres a pensarem que estão com uma “barriga de cerveja” ou simplesmente que engordaram. Em algumas situações, o aumento do tamanho do abdome pode ser tão evidente que simula uma gestação de vários meses.

Em geral, os sintomas provocados pelos miomas podem ser resumidos a:

Sangramento menstrual intenso

  • Os miomas provocam comumente períodos menstruais intensos e prolongados, além de sangramentos mensais atípicos, às vezes com coágulos, e que, com alguma freqüência, podem levar à anemia.
  • Uma menstruação intensa pode ser também uma menstruação dolorosa. A dor geralmente acontece devido ao acúmulo de maior quantidade de sangue e coágulos dentro da cavidade uterina, o que provoca a sua distensão dolorosa e uma maior contração da musculatura para expulsar o conteúdo.
  • A intensidade da menstruação pode levar a mulher à anemia, isto é, a diminuição dos glóbulos vermelhos e da hemoglobina no sangue. Dependendo da magnitude da anemia, pode ser necessário corrigir esta alteração, seja com a prescrição de medicamentos à base de ferro ou até mediante uma transfusão sanguínea.
  • Alguns sinais que podem indicar um fluxo menstrual intenso podem ser o aumento do consumo em dois absorventes por dia, a troca de absorventes a cada 2 horas, o aumento da duração da menstruação (+ de 3 dias) com relação à anterior, o encurtamento da duração do ciclo (+ de 2 dias), a presença de sangramentos intermenstruais (entre os ciclos), a eliminação de coágulos, o aparecimento de anemia ou a experiência de passar por situações imprevistas e/ou constrangedoras.

Distensão abdominal com sensação de peso ou pressão na pelve

À medida que o útero cresce e vai aumentando de tamanho, a mulher vai notando o crescimento do seu ventre. Geralmente, observa esta mudança quando se olha no espelho ou repara que as suas roupas começam a apertar na cintura. O primeiro pensamento é geralmente que está “ficando barrigudinha”. Com a continuidade deste processo, a distensão abdominal começa a ser bem mais notória e a mulher passa a simular uma gravidez. O útero aumentado de tamanho começa a pesar no piso do abdome, provocando esta sensação desagradável.

Dor pélvica, abdominal, nas costas ou nas pernas. Dor durante as relações sexuais

À medida que o útero cresce e vai aumentando o seu tamanho, começa a ocupar espaço na pelve e no abdome. Neste processo, empurra estruturas anatômicas vizinhas que contêm terminações nervosas que, quando estimuladas, provocam uma sensação dolorosa. O útero deformado e com a sua rigidez aumentada pela presença de miomas pode condicionar que a mulher tenha relações sexuais desconfortáveis e/ou dolorosas.

Sensação de pressão na bexiga com vontade constante de urinar

Quando grandes miomas se desenvolvem na parede anterior e o útero cresce para este lado, comumente começa a pressionar a bexiga, fazendo com que esta diminua a sua capacidade de armazenar a urina. Com isto, a mulher sente uma necessidade freqüente de urinar e é obrigada a esvaziar a bexiga de forma mais rápida.

Constipação

Embora sem ser muito freqüente, algumas mulheres relatam a dificuldade para evacuar, o que pode acontecer por compressão do útero miomatoso sobre o reto, o que limita a passagem de fezes ou provoca uma sensação de plenitude intestinal.

A embolização para tratamento dos miomas

A idéia de utilizar a técnica de embolização para tratamento dos miomas surgiu na França nos anos ‘90. Um ginecologista francês, o Dr. Jacques Ravina, que, se preocupava com o sangramento que ocorria em suas pacientes durante a cirurgia de miomectomia, pensou que poderia evitar essa situação se as pacientes forem embolizadas previamente à cirurgia. Assim, solicitou a um grupo delas para fazerem embolização pensando em operá-las posteriormente. A surpresa foi geral quando essas pacientes prescindiram da cirurgia previamente agendada em virtude de imensa melhoria clínica que experimentaram somente com a embolização. Assim, a revelação de Ravina foi que a embolização das artérias uterinas provoca uma imensa melhoria dos sintomas sem causar qualquer dano, anatômico ou funcional, ao útero. As observações clínicas iniciais do Dr. Ravina foram publicadas na prestigiosa revista médica The Lancet em 1995 e desde então a embolização vem sendo aplicada clinicamente em numerosas instituições ao redor do mundo como uma alternativa, com extraordinário sucesso, para o tratamento da miomatose sintomática.

A Embolização para tratamento dos miomas - Embolution
Pacientes que podem fazer embolização - Embolution

Pacientes que podem fazer embolização

Toda mulher que tem mioma no útero e apresenta sintomas desconfortáveis é potencialmente candidata a fazer uma embolização, independentemente da quantidade, tamanho e/ou localização dos nódulos de mioma. Raramente existem situações desfavoráveis que não possam ser tratadas com a embolização uterina.

Algumas mulheres requerem uma abordagem apropriada e por isto costumamos dividir as pacientes em quatro grupos:

  1. Pacientes que se encontram próximas da menopausa;
  2. pacientes que já foram submetidas à miomectomia e voltaram a apresentar sintomas;
  3. pacientes com desejo de manter a fertilidade;
  4. pacientes que já entraram na menopausa e usam tratamento de reposição hormonal.

É importante mencionar que, mesmo que a embolização não produza os resultados desejados, esta raramente inviabilizará ou provocará qualquer complicação que por ventura possa comprometer a realização do tratamento cirúrgico convencional caso este seja necessário. É por isso que a embolização uterina deve ser sempre considerada como a ferramenta terapêutica inicial para os miomas de útero.

Como se processa a cirurgia de embolização

Como se processa a Cirurgia-de-embolização - Embolution - Passo 01

A embolização uterina é uma cirurgia minimamente invasiva e, portanto menos traumática que a cirurgia convencional. Requer somente uma pequena incisão na pele feita com anestesia local. Após injetar um anestésico, o cirurgião faz uma incisão de aproximadamente 2 milímetros na pele da virilha, por onde introduz um cateter na artéria que passa por debaixo da pele.

Como se processa a Cirurgia-de-embolização - Embolution - Passo 02

Este cateter é direcionado por dentro das artérias que se visualizam com a utilização de um equipamento computadorizado de raios “X” que permite ao cirurgião enxergar através dos tecidos.

Como se processa a Cirurgia-de-embolização - Embolution - Passo 03

Assim, o cateter é conduzido pelas artérias até alcançar as artérias uterinas que levam sangue para o útero e os miomas.

Como se processa a Cirurgia-de-embolização - Embolution - Passo 04

Nesta posição são injetadas partículas plásticas por dentro do cateter até entupir estas artérias e comprovar que o mioma não recebe mais sangue.

Como se processa a Cirurgia-de-embolização - Embolution - Passo 05

O bloqueio intencional das artérias pode ser documentado pela obtenção de angiografias, ou seja radiografias contrastadas das artérias, obtidas antes e depois da embolização das artérias uterinas.

Como se processa a Cirurgia-de-embolização - Embolution - Passo 06

Quando o procedimento termina, simplesmente se retira o cateter e comprime-se o furinho na virilha com a mão.

Não é necessário dar pontos e, portanto, o procedimento não deixa qualquer cicatriz. Uma vez realizado o curativo na virilha, a paciente permanece por aproximadamente duas horas na sala de recuperação e posteriormente volta para o apartamento. A embolização uterina geralmente demanda um único dia de hospitalização ou, inclusive, pode até ser realizada de forma ambulatorial. A recuperação é muito rápida e possibilita que as mulheres retornem para as suas atividades apenas três ou quatro dias após a cirurgia.

Resultados da embolização

Tecnicamente, a embolização pode ser realizada com sucesso em quase todos os casos. Algumas vezes pode haver situações mais desafiadoras, como acontece nas mulheres que têm uma cirurgia pélvica prévia ou têm variações anatômicas vasculares ou uma patologia vascular associada. Mas a experiência e o treinamento de um profissional qualificado, aliado aos recursos tecnológicos que a medicina moderna oferece, permitem resolver com sucesso a maioria dos casos.

Os resultados clínicos da embolização já foram amplamente descritos em inúmeros artigos científicos publicados na literatura médica ao longo dos últimos dez anos e podem ser resumidos da seguinte maneira:

  • 9 de cada 10 mulheres que tinham sangramento intenso voltam a ter menstruações normais;
  • 9 de cada 10 mulheres que tinham dor provocada por miomas relatam desaparecimento do sintoma;
  • O tamanho do útero e dos miomas regride em até 50% três meses após a embolização e em até 90% um ano após;
  • Os efeitos provocados pela embolização são permanentes, o que raramente torna necessário algum procedimento terapêutico adicional.
Resultados da Embolizacao - Antes - Embolution

Antes da Embolização

Resultados da Embolizacao - Depois - Embolution

Depois da Embolização

Problemas e riscos associados com a embolização

A embolização de miomas é considerada um procedimento muito seguro e há poucos riscos associados, como geralmente acontece com a maioria dos procedimentos minimamente invasivos. Muitas mulheres experimentam dor abdominal de tipo cólica nas horas que seguem a embolização.
Algumas mulheres sentem também náuseas e febre. Todos estes sintomas podem ser bem controlados com medicação apropriada. Um pequeno número de mulheres pode desenvolver infecções que, em geral, são de fácil controle com antibióticos. Uma porcentagem similar de mulheres pode perder os seus ciclos menstruais, isto é, entrar na menopausa após a embolização.
Embora já tenham sido relatados mais de 200.000 casos de embolização uterina na literatura médica, há poucos relatos de óbitos ocorridos em pacientes submetidas a embolização uterina.

Impacto da embolização na fertilidade feminina

Para muitas mulheres, trazer uma criança ao mundo é tal vez o momento mais esperado, e quando realizado, torna-se o mais feliz das suas vidas.
Infelizmente, a presença de miomas pode interferir negativamente na fertilidade, evitando que se produza ou que se complete uma gravidez. Este assunto é bastante controvertido, depende basicamente de situações individuais e, portanto, não existe um consenso universal. Felizmente, somente a minoria das mulheres apresenta problemas relacionados com a sua fertilidade em virtude dos miomas.

A embolização é seguramente uma excelente opção para as mulheres que desejam preservar a sua fertilidade. Foi observado e documentado cientificamente que mulheres que fizeram embolização para tratamento de mioma ou outras patologias ginecológicas não somente engravidaram após o procedimento, mas também tiveram partos normais.
O Próprio Colégio Americano de Ginecologistas e Obstetras reconheceu que “a gravidez é possível após a embolização de miomas”.

Custo da embolização

A embolização não é um procedimento caro, principalmente porque não necessita de um período longo de internação, e também não utiliza muitos recursos hospitalares. As mulheres retornam aos seus lares após passarem um dia no hospital e, em geral, retomam rapidamente as suas atividades normais. Recentemente foram apresentados alguns estudos realizados nos Estados Unidos nos quais se verifica que a embolização pode ser um procedimento mais barato quando comparado ao tratamento cirúrgico, histerectomia ou miomectomia, e isto se deve ao encurtamento da estadia hospitalar das pacientes tratadas com embolização.

Em resumo, quais são as vantagens da embolização com relação à cirurgia?

  1. É um procedimento realizado com anestesia local.
  2. Não deixa cicatriz ou seqüela externa.
  3. Pode ser feito em regime ambulatorial ou, no máximo, necessita de um único dia de internação.
  4. A recuperação é muito rápida, permitindo que as pacientes retornem às suas atividades habituais apenas de três a quatro dias após o procedimento.
  5. É altamente eficaz para controlar os sintomas provocados pelos miomas.
  6. Trata o útero de forma universal, isto é, trata todos os miomas ao mesmo tempo.
  7. Os efeitos terapêuticos são permanentes, o que raramente torna necessário um procedimento adicional.
  8. Preserva o útero e a possibilidade de fertilidade.
  9. Permite a terapia de reposição hormonal, se necessária.

Depoimentos de quem já passou pela embolização

  • Passar pelo procedimento de embolização foi o segundo melhor acontecimento no ano de 2013, o primeiro foi casar em abril, e após cinco meses fazer o procedimento, em setembro.

    Foram quase dois anos de muitos sintomas, diferentes ginecologistas, tratamentos com vários tipos de pílulas, mas sem resultado nenhum, e a qualidade de vida muito comprometida. Após a embolização voltei à vida normal, e melhor do que antes, sem cólicas, períodos super-regulares, e em fim acabaram as dores. Ate me emociono cada vez que compartilho, pois só quem passa na pele o desconforto na saúde consegue entender alguém que passa pelo mesmo, pois é um dia de cada vez com seu próprio desafio segundo a intensidade da luta. Ninguém consegue compreender nem entender, nem os amigos, pessoas da convivência, pois afeta ate o gosto de viver.

    A qualidade de vida voltou!!! O procedimento funciona de fato e o Dr. Nestor é muito profissional, atencioso, delicado e dedicado com o paciente nesses momentos de fraqueza. Sou grata pela luz que Deus me enviou no momento do desespero e por toda a providencia para hoje estar bem

    Leticia Ortiz
  • Fiz a embolização de miomas mais ou menos um ano atrás estou muito bem, tive um ótimo resultado não sinto mais dores fortes e as hemorragia não tenho mais, meu período voltou ao normal, eu indico esse procedimento. Ainda mais sendo com o Dr. Nestor que é ótimo excelente profissional e pessoa. Só tenho a agradecer a Deus e a o Dr. Nestor eu já estava quase perdendo o meu útero, o meu ginecologista queria me encaminhar para a retirada do meu útero. Mas graças a Deus conheci esse excelente doutor. Não precisei tirar o meu útero fiz a embolização e estou muito bem.

    Damiana Soares da Silva
  • Convivi com miomas há exatamente dez anos, removendo-os a cada três anos através de vários métodos cirúrgicos: videolaparoscopia, miomectomia com um grande número de miomas acima de 25 miomas internos e externos em cada cirurgia. No decorrer do tempo meu fluxo menstrual foi aumentando gradativamente, mensalmente sofria hemorragias intensas a ponto de não poder sair de casa, inclusive ao trabalho, isto me deixava muito constrangida, triste em não poder ter liberdade de ir e vir e limitações para ter uma vida normal. Com este novo método embolização realizado em novembro/13 com Dr. Nestor Kisilevzky resolveu minha vida, pois hoje, tenho fluxo menstrual normal de 5 dias, sem nenhuma cólica e/ou coágulos, volume uterino normal, e com auto estima renovada e vida normal.

    Sugiro a todas mulheres que possuem miomas procurar se informar sobre este tipo de tratamento para que se curem e voltem a ser mulheres normais.

    Abraços,

    Ana Raquel Martins
  • Foi o meu segundo diagnóstico de mioma, novamente descoberto em um exame ginecológico de rotina, e como tratamento me foi recomendado a miomectomia, que eu já tinha passado em 2009.
    Não queria fazer o mesmo procedimento cirúrgico novamente, pois estava querendo engravidar, e fazendo essa cirurgia teria que esperar entre 1 ano e meio à 2 para tentar engravidar, e eu já estou com 33 anos.
    Pesquisando na internet, encontrei o nome do Dr. Nestor falando a respeito da embolização de mioma e o endereço que não era longe da minha casa, e decidi que não ia mais fazer a miomectomia.
    O Dr. Nestor é de extrema gentileza com o paciente, explica muito claramente como é o procedimento de embolização, os exames que fazemos, sem deixar nenhuma dúvida.
    No hospital não só o Dr. Nestor, como toda a equipe que cuidou de mim, são muito atenciosos e cuidadosos, com os pacientes em tratamento, sempre tem alguém no quarto verificando se tudo está bem.
    O pós operatório é muito rápido, dor praticamente nenhuma, tomando a medicação, em uma semana você tá ótima, seria muito bom se os hospitais públicos tivessem esse tratamento.

    Clinica e hospital são de extrema competência.
    Só tenho a agradecer.

    Claudia Rocha Àvila
  • Descobri que tinha miomas quando tinha 22 anos em um exame de rotina, mas ainda eram de um tamanho pequeno. Eu e minha ginecologista tentamos um tratamento com medicamentos, mas sem sucesso. Ao longo dos anos ele foi crescendo e crescendo, então minha médica sugeriu retirada do mioma por vídeo laparoscopia. Eu sofria demais com cólicas, fluxo muito intenso (cheguei a ter anemia profunda pela quantidade), ciclo menstrual desregulado e o constante constrangimento de roupas manchadas por conta desse problema. Tudo estava certo e entrei para a sala de cirurgia ,mas ao foi visto que os miomas estavam muito juntos ao útero e eu teria que retirá-lo. Quando acordei todos conversaram comigo, a equipe médica, minha família…foi um choque, chorei muito, mas a dra. me deu uma esperança para que isso não fosse feito: sugeriu a embolização!

    Foi então que fomos atrás de médicos para a realização do procedimento fui em outro profissional, mas não senti a confiança para a realização. Em agosto de 2013 por meio de uma paciente da minha ginecologista e entrei em contato. Já de cara adorei o dr. Néstor, ele me explicou tudo sobre o procedimento e fiquei ciente de tudo que poderia me beneficiar.

    Em setembro de 2013, após a autorização do plano e com todos os exames realizados, fui para a sala de cirurgia do Hospital Santa Catarina e correu tudo bem, tive um pouco de enjoos somente e cólicas pelo tamanho do mioma e isso já era revisto.

    Hoje se passaram 7 meses e estou completamente recuperada e muitas mudanças aconteceram como: redução e fluxo regular, redução do volume abdominal e o mais importante minha vida mudou completamente.

    Só tenho à agradecer ao D. Néstor Kisilevzky e sua equipe por terem mudado minha vida completamente para melhor e se me pedirem recomendações sobre a embolização de mioma, recomendarei de olhos fechados!

    Nadia Ribeiro Santana
  • A idéia de ter meu útero retirado foi um choque. Depois de consultar 5 ginecologistas e fazer horas de buscas na internet veio a solução: embolização. Um dia de internação e um pequeno curativo na virilha. Nada de cirurgia. Chorei de alegria depois da primeira ressonância após embolização: todos os miomas estavam mortos e reduzindo de tamanho. Nada mais de cólicas horríveis, nada mais de sangramentos excessivos, nada mais de coágulos enormes durante a menstruação, adeus dores abdominais, adeus pressão na bexiga. Ainda me emociono quando falo do assunto e continuo a expalhar a notícia a todos os que quiserem me ouvir. Obrigada Dr Nestor.

    Tem minha autorização para divulgar em parte ou no todo, mencionar meu nome, meu diagnóstico, detalhes de meus exames, e o que mais for necessário.
    Muito obrigada.

    Ivani A Oliveira – São Paulo
  • Ha vários anos vinha tendo períodos menstruais incômodos devido a quantidade de sangre que tornava meus dias impossíveis. Consultei meu ginecologista quem após ver os exames me disse que estava com mioma no útero é que a solução seria uma cirurgia para tirar fora o útero. Embora já tenha uma única filha de 12 anos, a idéia de perder o útero me deixou apavorada. Um dia li no jornal que estava acontecendo em Salvador um congresso onde foi mostrada uma nova cirurgia menos traumática para tratamento de mioma. Informei-me que o Dr. Nestor tinha vindo de São Paulo para fazer esta cirurgia no Hospital São Rafael e mostrado para os participantes do congresso de radiologia por teleconferência.
    Consegui o endereço e mandei um e-mail para o Dr. Nestor que após analisar o caso, me disse que a embolização estaria indicada.
    Assim, fui para São Paulo numa quarta feira, na quinta fiz uma consulta e alguns exames, internei e operei na sexta, no sábado tive alta, no domingo fui passear por São Paulo, na segunda retornei a consulta e na terça estava novamente em Salvador.
    A cirurgia foi imperceptível, tive apenas uma cólica discreta no pós-operatório e saí do hospital do jeito que entrei, caminhando!
    Fiquei na dúvida se realmente teriam feito mesmo a cirurgia até que tive a seguinte menstruação. A mudança foi surpreendente. E quando realizei ultra-som para controle me dei conta o porque, o meu útero tinha reduzido até quase o tamanho normal.
    Hoje só uma mulher muito mais feliz que antes da embolização. O Dr. Nestor e toda a sua equipe estão de Parabéns!

    Florisbela Cordeiro – Salvador – BA
  • Prezado Doutor,
    Quero deixar registrado meu depoimento a respeito da embolização pela qual passei e do resultado obtido após esta intervenção.
    Em 2001 comecei a apresentar muita hemorragia durante o período menstrual, a ponto de estar em algum local e de repente vir uma cólica e sentir jorrar pelas pernas. Depois de alguns meses, comecei também a ter fortes dores nas pernas, um peso muito grande e não conseguia mais andar como estava acostumada. Depois começou a aumentar minha barriga e as pessoas começaram a achar que eu estava grávida. Meu estômago aumentou e eu me sentia diariamente “inchada”, como se tivesse comido uma feijoada! Sensação extremamente desconfortável!
    Consultei um ginecologista e este me encaminhou para exames e foi detectado três miomas do lado esquerdo de meu útero. Imediatamente ele quis marcar cirurgia para retirada do útero, dizendo que eu poderia vir a ter um câncer.

    Eu fui para casa inconformada em sofrer uma “mutilação”. E eu uso este termo, porque foi assim que eu me senti: alguém queria mutilar meu útero por causa de mioma.
    Como não sabia nada sobre Mioma, consultei a Internet e foi então que descobri o método que o Dr. Néstor utilizava e que não haveria corte algum, nem perda de meu útero. Fiz a consulta, os exames e em 2002 me submeti a esta intervenção.
    Além de não ter sentido dor alguma, de não ter sido cortada e nem ter perdido meu útero, após esta intervenção não tive mais problema algum. Me corpo foi voltando à forma anterior, minhas pernas não doeram mais, a hemorragia cessou e minha menstruação voltou ao normal.
    Quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a imensa atenção que o Dr. Néstor me deu e a forma carinhosa como conduziu todo o tratamento. E é claro, dizer que estou muito feliz com meu útero intacto e recomendar às mulheres que estejam com este problema, que se dêem a chance de uma consulta e conheçam este tratamento excepcional.

    Mônica Kfouri – São Paulo
  • Após vários anos controlando 03 miomas em proporções razoáveis localizados em várias partes do meu útero e sofrendo com dores durante o ato sexual e com dores abdominais resolvi recorrer a uma nova prática cirúrgica menos agressiva chamada ” embolização de miomas “. Recorri a nova técnica após várias pesquisas e consultas e o resultado foi em virtude de tempo de recuperação ser somente 1 dia de hospitalização e também não seria necessário abrir a barriga, sofrer pequenos cortes no útero e depois de tudo isso ficar com a cicatriz da cirurgia e a margem de possíveis problemas eram menores de 3%.

    Na minha idade de 38 anos que ainda não tive filhos não quis correr o risco de ficar com meu útero todo sensível devido aos cortes e sofrer uma ruptura do mesmo no caso de uma gravidez futura.
    A cirurgia foi ótima, com os cateteres introduzidos pôr uma pequena incisão na minha perna que não foi necessário nem pontos. Nos exames feitos de 3 em 3 meses após a embolização dos miomas foi constatado que começaram a regredir. É claro que não se trata de uma regressão rápida do tamanho dos miomas, mas já pude constatar a diferença pouco tempo depois com bem menos dores que sentia com relação a antes e também bem menos cólicas.
    No dia seguinte a cirurgia já saí andando normalmente sem nenhuma dor, a anestesia foi geral sem grandes traumas e hoje não me arrependo do método escolhido e já até indiquei para parentes e amigas.

    Elaine C. Garbato – São Paulo
  • Espero que o meu depoimento seja útil. Pois o resultado pra mim, foi o que aconteceu de melhor na minha saúde.

    Suzana Souza – São Paulo
  • Tenho 42 anos e passei pelo procedimento de embolização das artérias uterinas em 2002, em janeiro de 1999 já havia passado por uma miomectomia sem resultados satisfatórios.
    O meu maior problema foram as hemorragias que começaram no inicio de 2002, já estava com cirurgia marcada para a histerectomia quando tomei conhecimento do procedimento via internet, achei interessante e resolvi tentar.
    Passei em consulta com o Dr. Néstor Hugo relatei que o meu maior problema sempre foram as hemorragias, passei pelo procedimento em 04.07.02 com uma recuperação ótima, em 3 dias já havia retornado a minha rotina normal.
    Hoje faço acompanhamento através de ultrassonografia o tamanho dos miomas e do meu útero estão regredindo lentamente, mas felizmente o meu ciclo retornou ao normal e não sofro mais com hemorragia.

    Heloísa Martins – São Paulo
  • Descobri que tinha mioma em junho de 2000, quando engravidei. Por causa do mioma a gestação não teve sucesso.
    Depois de fazer ultrason, a médica que faria o meu pré-natal decidiu retirar o útero, pois segundo ela, não tinha mais o que fazer.

    Saí do consultório meio atordoada e resolvida a procurar outro médico, quando me falaram da Dra. Wanda P. de Morais, que gentilmente me recebeu e começou a tratar do meu problema. Foi feita a curetagem e ela me disse que faria tudo que estivesse a seu alcance para eu não perder o útero. Dias depois comecei um tratamento com LUPRON DEPOT, durante seis meses. Este diminuiu um pouco, mas logo os miomas voltaram a crescer. Em maio de 2001, foi marcada uma cirurgia para retirada dos miomas ou parte deles, porém antes fui submetida a uma laparoscopia para ver se realmente havia possibilidade de retirar os miomas sem danificar o útero. Infelizmente não foi possível, pois os miomas eram muito grandes e se fosse realizada não daria para reconstituí-lo e certamente eu iria perde-lo. Como não tenho filhos ainda, minha médica achou melhor esperar.

    A essa altura eu sentia muitas dores na região pélvica e um desconforto muito grande no período pré-menstrual. Meses depois voltei ao consultório da Dra. Wanda, para exames de rotina, quando a encontrei entusiasmadíssima e me disse que acabara de participar de um Congresso sobre “EMBOLIZAÇÃO DE MIOMA”.
    Fui encaminhada imediatamente para o Dr. Néstor H.Kisilevzky ( o médico do congresso), que me recebeu muito bem e me explicou o que seria ” Embolização de Miomas”.
    Fiz então os exames e foi marcada a cirurgia para o dia 12/07/2002.
    Fui internada de manhã e à tarde foi feita e Embolização. No dia seguinte recebi alta e dois dias depois voltei a vida normal. Menos de um mês já não sentia mais dores e nem desconforto.

    Antes de fazer a Embolização meu útero media 1001,3cm3(cc). Depois de fazer um novo ultrason em 10/12/2002 esse volume reduziu para 612,8cm3(cc). Estou me sentindo bem e logo pretendo engravidar.

    Vera Lucia A. M. Lacerda – São Paulo